PARA ALÉM DOS DIAMANTES DE SANGUE

Perspectivas pós-coloniais do cinema produzido sobre e em Serra Leoa 

Por Camila Mendes

Uma breve introdução

Desafio. Este breve ensaio constitui uma tentativa de problematizar questões tão complexas como a imagem de uma África específica incrustada no imaginário popular ocidental e a crítica do pós-colonial, que vem ganhando mais território no debate sobre cinema mundial, constituindo o aporte teórico da periferia (ainda subalterna?) do mundo durante o embate sobre legitimação e tomada de poder sobre a imagem a ser refletida, seja em filmes, em notícias ou em um imaginário povoado por preconceito e carência de informações fidedignas. Dor, violência e direitos humanos feridos de morte ainda são temas tão caros quanto os diamantes aos meios de comunicação ocidentais, que tantas vezes cometem o erro de achar que sua intervenção (externa) é a solução para problemas de ordem muito mais complexa.

Utilizando o caso de Serra Leoa – país que sofreu os impactos de uma guerra civil durante os anos 90 e início dos anos 2000 – para pensar a geografia humana nos processos de produção e distribuição, procuramos aqui empreender um exercício de análise a partir de filmes sobre este período tão impactante na história do país como tema – tanto da indústria cultural estado-unidense, com o blockbuster “Diamante de Sangue”, lançado em 2006, quanto do único filme que foi encontrado durante a pesquisa, o produzido in loco “Cry Freetown”, documentário datado de 1999.

São muitos desafios em tão curto tempo de exposição, mas acreditamos que através da análise sociológica destes filmes é possível fomentar o debate e trazer outra perspectiva, começando pelos sujeitos sociais retratados nestas imagens… crianças, mulheres, homens, gente, nação, povo, representantes da humanidade – da mesma pretensa humanidade que homogeniza pontos de vista e esquece da pluralidade das lógicas que estruturam o pensamento e seus tão variados caminhos. É a ressalva ao transcultural, o alerta do multiculturalismo e a tênue busca por uma partilha do sensível mais democrática.

Sobre imaginário e contextos: Serra Leoa em foco

Serra Leoa era e ainda é um país bastante enigmático para quem vos escreve agora. Por esta razão creio ser necessária a realização de uma contextualização histórica do país e do período contemplado nos filmes analisados.

Uma curiosidade: o país possui este nome porque, diz a lenda que quando os ingleses chegaram á Freetown, capital do país, disseram que a península leonense possuía forma de leões. Sabe-se que o país tinha um dos piores IDH’s do mundo, ocupando a 158º posição, com o índice de 0,317[1] em 2010, quadro que vem se modificando, segundo o último balanço do Relatório de desenvolvimento Humano, de 2013, pelo PNUD[2] (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) apresentando melhoras significativas, evoluindo para o 117º lugar em apenas 2 anos (a data do relatório é 2012)! Isto impacta e reflete as melhoras de condição de vida da população e indica uma economia crescente, em vias de recuperação das marcas da Guerra. A extração de diamantes desempenha importante papel neste contexto.

A independência do país – separação da Inglaterra – é bastante recente, datando de 1960. Após um período de conflito e de estruturação da república, que teve na figura do ditador Siaka Stevens[3] que governou o país durante 17 anos com a conivência do governo britânico, deixando o país quase em situação de colapso. O tempo passa. Em 1991, tem início uma guerra civil que duraria nove longos anos, quando rebeldes da Frente Unida Revolucionária (RUF) tomaram o poder; “a guerra civil … entre 1991 e 2002, custou a vida a 50 mil pessoas. O número de amputados superou os seis mil.”[4]. . É neste corte temporal e histórico que se passam os dois filmes a ser analisados.

O papel dos diamantes[5] é uma grande controvérsia nestes dois filmes, mas o que podemos concluir através da pesquisa é que o comércio legal e ilegal das pedras preciosas financiou a compra de armas dos rebeldes e sustentou o governo, que também foi atuante na repressão, tal como a RUF. O financiamento externo dos conflitos também não pode ser deixado de fora das considerações. É preciso desmistificar a imagem de um todo oprimido… é muito mais do que isso, são muitos matizes a se revelar através das imagens projetadas na tela. Esse é o próximo passo da nossa jornada.

Fonte: comunidadesegura.org

Fonte: comunidadesegura.org

Fonte: globomidia.com.br

Fonte: globomidia.com.br

Freetown Fonte: dalmablogviagens.blogspot.com

Freetown Fonte: dalmablogviagens.blogspot.com

Diamante de Sangue/Cry Freetown + docs

A desmistificação que foi proposta no item anterior será viabilizada através da análise de dois filmes selecionados pelos seguintes critérios: interesse pela temática, relevância no cenário internacional – Blood Diamond acabou por publicizar para o lado de cá do mundo uma situação até então desconhecida do grande público –, local (território) de produção, recorte temporal que compreendesse um período de Guerra Civil (para operacionalizar a crítica sobre o pré-conceito) e o conteúdo das imagens. Não foram achados na pesquisa dados referentes a um mercado de cinema ou uma indústria no país, embora, se tenha achado muitos documentários (produções estrangeiras ou co-produções) sobre a temática dos diamantes de sangue,o que nos dá indícios de que não há um estímulo à produção local de cinema, dado que não há histórico ou sinais de uma emergência de um cinema leonense. Dos docs sobre a temática da guerra civil em Serra Leoa, sob o signo dos diamantes, podemos citar: Blood on the Stone e Cry Freetown, de Sorious Samura; Bling: A Planet Rock, de Raquel Cepeda; Blood Diamonds, do History Channel e The Diamond Road, produção canadense. O PND já atuou como financiador de mais de uma produção sobre o tema[6] .

Passemos à análise por filme e por ordem cronológica começaremos com Cry Freetown.

Cry Freetown

Foi escolhido dentre muitos outros por ter sido o único relatado como produção nacional após busca na web e na bibliografia encontrada sobre a produção cultural no país. Fala-se em música, em festas, em moda, mas não em cinema e isso chama bastante a atenção. É verdade que se trata de uma co-produção canadense, inglesa e leonesa. Não devemos esquecer que “o vídeo documentário se caracteriza por apresentar determinado

acontecimento ou fato, mostrando a realidade de maneira mais ampla e pela sua extensão interpretativa.”[7]

O documentário de 30min (média metragem), em co-produção com a BBC, realizado por Sorious Samura, jornalista local; o doc. nos traz um ponto de vista diferenciado e a nível de informações é bastante rico. O filme possui muitas cenas chocantes de violência, aparentemente cruas e o realismo na tela choca: no filter, maus caros. Parece que o tiro que toma um garoto, logo na primeira cena, foi na verdade, em nós.

Muitas problemáticas podem e devem ser postas em jogo e o doc. faz isso na medida de suas limitações;  aparentemente, boa parte do filme, principalmente nas cenas de morte e espancamento de civis, a câmera estava escondida e o próprio diretor enuncia que se os rebeldes suspeitassem que estariam sendo filmados entrariam na casa dele, o matariam e provavelmente também fariam isso à sua família, também queimariam a casa como um sinal aos vizinhos. É um panorama assustador, de um olhar “nativo” sobre o contexto filmado. O filme é narrado em inglês e possui legendas também em inglês para o momento em que são colhidos depoimentos de civis.

Realizado em precárias condições financeiras, o doc. deixa um pouco de confusão sobre o tempo de coleta das imagens, que foi, aparentemente, resultado de um ano de trabalho. Corte das mãos de civis, práticas truculentas dos militares, crianças-soldado e dependência química são temas tratados ao longo do doc. Ao final do documentário, ao som do hino nacional leonense, sobre a liberdade, temos uma curiosa cena: o próprio Samura, em uma praia, ao pôr-do-sol risca com uma vareta, uma imagem no chão, que com o zoom out da câmera revela ser a imagem do continente africano, que vai sendo varrido pelas ondas; encerrando o trabalho, o jornalista pede ajuda à comunidade internacional.

É uma denúncia que vibra, que grita, que chora. Outros pontos serão mais abordados à frente. Passemos ao próximo filme.

Pôster do filme Diamante de Sangue

Pôster do filme Diamante de Sangue

Foto de Divulgação de Cry Freetown

Foto de Divulgação de Cry Freetown

Diamante de Sangue (Blood Diamond)

O roteiro do filme é livremente baseado no livro “Blood Diamonds” de autoria do jornalista estado-unidense Greg Campbell que recebeu Colorado Non-Fiction Book of the year award no ano de 2002 (ano em que foi lançado) por esta obra. A pesquisa para o mesmo foi realizada no ano de 2001, in loco. O livro trata de descrever o circuito dos “diamantes de sangue” oriundos de Serra Leoa, descrevendo um quadro bastante elucidativo sobre as vendas e lucros que não figuram no PIB do país em um contexto de guerra civil e de violência; para o mesmo, a guerra destruiu Serra Leoa assim como a seu povo, sua gente. O autor faz denuncias graves contra o grupo De Beers – cartel da venda de diamantes – e desfaz o mito das sanções (processo Kimberly[8]) aos países, pois havia o falso pedigree dos mesmos.

O blockbuster foi lançado em 2006, com direção de Edward Zwick (The last Samurai, Golry e Shakespeare apaixonado), uma parceria entre Estados –Unidos e Alemanha. Tendo no elenco principal atores Djimon Hounsou, Leonardo DiCaprio e Jennifer Connelly. O filme nos traz a história de dois homens, Danny Archar (Leonardo DiCaprio), um mercenário do Zimbábue e Solomon Vandy, um pescador que se vê obrigado a trabalhar na mineração forçadamente (para maiores detalhes sobre o roteiro, acessar http://en.wikipedia.org/wiki/Blood_Diamond_%28film%29 e, claro, assistir ao filme). O filme se passa em 1999, e temas importantes são retratados, tais como; aliciamento de crianças (na figura do menino Dia Vandy, filho de Solomon), a corrupção, o tráfico de diamantes, a truculência dos revolucionários e das tropas do

governo, medo e redenção. Uma curiosidade sobre o filme é que ele não foi rodado em Serra Leoa, tendo locações em Angola e Moçambique. O filme tem em sua última cena o encontro onde foi deliberado o “Processo de Kimberly” que regulamentava a venda de diamantes e proibia países de comprarem os diamantes de sangue, em um discurso do personagem Solomon Vandy (Djimon Housou). O filme ganhou alguns prêmios[9] e teve repercussão por seu caráter de denúncia e cenas impressionantes.

O filme suscitou muitas discussões e recebeu críticas sobre seu “atraso” na cronologia, pois, ao retratar um fenômeno recente do ponto de vista histórico, acabou por vender a idéia de um país em guerra civil, lotado de violência e com um viés reducionista do país, ao só mostrar uma faceta do fenômeno. Mesmo sendo uma livre adaptação do livro Blood Diamonds (que também representa o olhar ocidental sobre questões em Àfrica), não se deve cair no erro de generalizar sua mensagem, pois a África é um continente, com várias realidades e assim precisa ser pensada e problematizada.

Por detrás das câmeras: o autor, a produção e a distribuição

Em nenhuma outra arte, a dependência da prática artística com relação à estrutura sócio-política é tão grande quanto no cinema, em nenhuma outra, as consequências de uma ditadura são tão catastróficas” (CANCLÍNI, 1985).

Durante a pesquisa não foram encontrados dados sobre produções situadas em Serra Leoa, mas sim filmes realizados em parceria sobre a temática dos diamantes de sangue, alguns trechos sobre outros documentários sobre fome, pobreza, bruxaria e guerras.

Utilizamos este trecho da autoria de Nestor García Canclíni pela síntese de nossa hipótese sobre o não desenvolvimento de uma iniciativa de um cinema leonense. Apesar da melhora apresentada pelo país em relação a seu IDH e um aparente cessar fogo declarado, os conflitos continuam e os ecos dessa guerra se fazem sentir até os das atuais; devemos lembrar que foi um acontecimento considerado recente do ponto de vista histórico e que isso impacta diretamente na falta de escolarização da população – e seu consequente despreparo técnico – o que seria necessário para que se formasse um mercado de cinema no país.

A figura de Sorious Samura se destaca entre os demais documentaristas. Atualmente, o jornalista reside na Grã-Bretanha e, inclusive foi já com residência neste país, que filmou seu segundo documentário sobre a temática dos diamantes de sangue:  Blood on the Stone (onde descreve relações entre o tráfico de pedras e o comércio de jóias em Nova York, traçando paralelos); foi o único nascido em Serra Leoa. Após a denúncia que realizou com Cry Freetown, precisou se mudar por correr risco de morte. A partir de seu trabalho, podemos tecer algumas considerações:

– a autoria de sua obra não fica bastante clara. Não é “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça”[10]. Em entrevista concedida para o site da Fundação SUR[11], o jornalista debate sobre temas atuais em Serra Leoa e a recepção de seus documentários em África; o curioso é que não costumam passar por lá, a não ser via CNN Internacional.

Há um silêncio que paira sobre o país em termos de representações através de um cinema local e é árdua a tarefa de achar informações sobre a temática. Há perspectivas de melhora e possibilidades de desenvolvimento, porém, se faz necessária a criação de políticas públicas estatais e de estímulo às escolas de formação em cinema e audiovisual no pais. Nessa escassez de produção, Samura se destaca como símbolo de luta e resistência. Seus documentários são carregados de tons particulares e tendem a se repetir, como uma mensagem a ser fixada em quem o assiste: Olhe! Olhe o que está acontecendo! Abra seus olhos e grite! A questão é que seus docs servem para ilustrar uma tendência ao tratar filmes relacionados ao país: a limitadora malha da violência e o preconceito com que se olha para a etiqueta leonense, que de antemão já vem associada à estas temáticas frente ao silêncio em torno de temas como cultura local, eventos e realidades alternativas.

Se faz necessário pontuar algumas questões como a possibilidade de se olhar para além do pensamento dominante na análise de imagens em um contexto no qual as co-produções são as viabilizadoras de um fazer cinematográfico em Serra Leoa e até que ponto isso não seria reflexo de uma colonização dos saberes e é nessa perspectiva que destaca-se a produção teórica do pós-colonial, com sua crítica ao panafricanismo e sua luta por liberdade de produção de conhecimento.

Festivais de Cinema em África (2 maiores)

Perspectivas do pós-colonial do cinema em África: o caso de Serra Leoa

Antes de iniciarmos nosso debate, apontemos dois fatos interessantes:

 – O Krio é a lingua franca e a língua nacional de facto falada na Serra Leoa… é falado por 98% da população da Serra Leoa sendo a primeira língua de comunicação entre os serra-leoneses tanto no seu país como no estrangeiro. A língua inglesa é a língua oficial da Serra Leoa, enquanto o krio não tem o mesmo estatuto.[12]

– os filmes retratam a mesma época, mas de formas distintas, tanto em termos de imagens, quanto de tratamento das mesmas e se diferem muito enquanto produto. O alcance que uma distribuição de alcance macro impacta e muito em termos de divulgação e de fixação de um imaginários específico: alimentado por quem fornece os filmes.

Chama-se a atenção para estes dois fatos, por representarem a desigualdade de distribuição e a dominação que se estende via linguagem na imagem externa de um país. Os dois filmes tem em comum o fato de serem do tipo “exportação”, no caso do blockbuster isso fica mais claro, mas no caso do documentário é possível fazer esta afirmação baseada no fato de que o idioma é o inglês e o objetivo é chamar a atenção da comunidade internacional. Como um povo poderia se identificar apenas com a violência retratada em tela – utilizada como recurso de controle (durante a Guerra Civil) – mas também com a violência sofrida no campo das imagens. Em Cry Freetown, o filme é todo narrado em inglês e em Blood Diamond, há partes em vários dialetos, com o recurso de subtítulos.

Há uma cena emblemática no documentário Cry Freetown, onde Samura vai a um lar/abrigo católico para crianças-soldado e órfãos de guerra, tendo como objetivo visitar Moses, um garoto que sofre violência em uma das partes do doc. e, após um ano, a visita é realizada. Aparentemente o garoto ficou com seqüelas, mas é passada uma imagem de amor e carinho pelo padre X, onde durante uma entrevista com o mesmo, ele pôe o garoto Moses no colo e começa a falar sobre o abrigo e sua missão – então, quando Moses vai falar ele lhe tapa a boca. É uma cena bastante elucidativa para o que tentamos aqui desenvolver ao longo do trabalho.

Achile Mbembe, teórico camaronês, em sua obra “As formas africanas de auto-inscrição”, o autor analisa e critica as diferentes formas com as quais se tentou construir e representar a identidade africana a partir, basicamente, de um discurso nativista, por um lado, e outro instrumentalista, da África e de seu povo.

Critica o economicismo e uma diferença cega, tendo em vista a pluralidade de signos e contextos na luta por uma forma de auto-inscrição africana no século XX. Boaventura de Sousa Santos também vai nos trazer importantes reflexões para se pensar o local da fronteira em um contexto transnacional também problematizado por Denílson Lopes – o que o autor chama de “Paisagens transculturais”. Nas palavras de Boaventura, temos que “O contexto global do regresso das identidades, do multiculturalismo, da transnacionalização e da localização parece oferecer oportunidades únicas a uma forma cultural de fronteira precisamente porque esta se alimenta dos fluxos constantes que a atravessam. A leveza da zona fronteiriça torna-a muito sensível aos ventos. É uma porta de vai-e-vem, e como tal nunca está escancarada, nem nunca está fechada”[13]. É preciso se pensar a produção e as formas de dominação inscritas no próprio fazer cinematográfico, assim como olhar para a produção oriunda do continente africano. Cinema de diáspora, cinema nacional, cinema de fronteira. Há muito a se debater e a se aprender com estes olhares que não são novos, são apenas diferentes, inclusive entre si.

Serra Leoa hoje

Serra Leoa é mais do que Guerra, imagens de dor e de fome. Há mais além. O país vem se recuperando das conseqüências do conflito armado e sim, é inegável que muitos problemas permanecem, mas se faz necessário pensar em um futuro mais abrangente e verdadeiramente se pensar a emergência de um cinema leonense, talvez ocultado e não desenvolvido em detrimento de outras demandas urgentes da reestruturação.

A emergência do surfe como atividade econômica e de turismo, assim como a participação no Festival Africultures que irá ocorrer em Locarno, na Suíça, em 2014[14] (mas não fica clara, no site, em que via se dará esta participação, já que é um evento voltado também para artes plásticas e literatura) são alguns sinais de estímulo, assim como a inserção em circuitos de cinema em África. Que na próxima busca possamos verificar imagens do povo por ele mesmo, em um exercício de descolonização do pensamento e do fazer cinematográfico em Serra Leoa. Tentamos traçar um panorama sobre as condições de produção e de distribuição no país, por hora, que venham as boas novas depois.


[1] http://www.pnud.org.br/Noticia.aspx?id=3703
[2] http://www.pnud.org.br/arquivos/rdh-2013.pdf
[3] http://www.occidentaldissent.com/2012/02/25/black-history-month-2012-review-cry-freetown/
[4] http://pt.euronews.com/2012/04/26/taylor-foi-condenado-por-diamantes-de-sangue-e-crimes-contra-a-humanidade/
[5] http://www.e-ir.info/2012/10/25/the-causes-of-the-sierra-leone-civil-war-underlying-grievances-and-the-role-of-the-revolutionary-united-front/
[6] idem
[7] ZANDONADE e FAGUNDES, pág. 15.
[8] http://rollingstone.uol.com.br/edicao/7/serra-leoa-e-aqui
[9]O anexo 1 contém as fichas técnicas dos filmes supracitados e contém suas especificidades.
[10] Ver ROCHA, Glauber.
[11] http://www.africafundacion.org/spip.php?article1095
[12] http://www.ethnologue.com/language/kri
[13] SANTOS. Boaventura de Sousa. Modernidade, identidade e a cultura de fronteira. Pág. 20
[14] http://www.africultures.com/php/index.php?nav=evenement&no=30921

BIBLIOGRAFIA  

CANCLINI, Néstor García. A Socialização da Arte: teoria e prática na América Latina. São Paulo: Ed.Cultrix, 1894. Pp. 175-189.
MBEMBE, Achile. A formas africanas de auto-inscrição.
SANTOS, Boaventura de Souza. Modernidade, identidade e a cultura de fronteira. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 5(1-2): 31-52.
SOARES, Paulo Marcondes Ferreira. Um cinema à margem. Estudos de Sociologia, Rev. do Progr. de Pós-Graduação em Sociologia da UFPE, v. 15, n. 2, p. 207 – 227.
ZANDONADE, Vanessa e FAGUNDES, Cristiana. O Vídeo documentário como instrumento de mobilização social. IMESA: Portugal, Assis, 2003.

 WEBGRAFIA

 

 

FILMOGRAFIA

(documentários citados – disponíveis no site de vídeos YouTube)

  • Cry Freetown (Sorious Samura)
  • Blood Diamonds (History Channel)
  • Africa Civil Wars /Sierra Leone

ANEXO

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